Henrique Rocha conquista o Challenger 125 de Perúgia
Henrique Rocha bate Daniel Mérida por 7-6(5) e 6-3 na final do Challenger 125 de Perúgia, o maior título da carreira e o quarto troféu Challenger, o segundo da temporada.
Dos pioneiros aos dias de hoje: os títulos, os recordes de ranking e as vitórias em Grand Slams que marcaram o percurso do ténis nacional.
Henrique Rocha bate Daniel Mérida por 7-6(5) e 6-3 na final do Challenger 125 de Perúgia, o maior título da carreira e o quarto troféu Challenger, o segundo da temporada.
Vindo da qualificação, Henrique Rocha alcança a terceira ronda de Roland Garros, com vitórias em cinco sets sobre Nikoloz Basilashvili e o 19º cabeça de série Jakub Mensik.
Henrique Rocha alcança o nº 118 do ranking ATP, o melhor registo da carreira, afirmando-se como um dos rostos da nova geração do ténis português.
Francisco Cabral atinge o nº 19 do ranking ATP de pares, uma das melhores classificações de sempre de um português na variante, somando seis títulos de pares na carreira.
Nuno Borges bate Casper Ruud, então nº 8 do mundo, na segunda ronda de Roland Garros (2-6, 6-4, 6-1, 6-0), uma das maiores vitórias de sempre do ténis português num Grand Slam.
Jaime Faria atinge o nº 87 do ranking ATP, o seu melhor registo, confirmando-se como uma das principais promessas do ténis nacional.
Jaime Faria qualifica-se pela primeira vez para o quadro principal de um Grand Slam no Open da Austrália e bate Pavel Kotov na estreia, a sua primeira vitória no circuito ATP e em majors.
Nuno Borges alcança o seu melhor ranking ATP de carreira, nº 30 do mundo, depois de uma corrida à 4ª ronda do US Open. É a melhor classificação masculina portuguesa desde João Sousa.
Em Båstad, Nuno Borges bate Rafael Nadal por 6-3 e 6-2 na final do Nordea Open e ergue o seu primeiro troféu ATP em singulares, o segundo português a vencer um título do circuito.
Francisca Jorge atinge o nº 176 do ranking WTA em singulares (e o nº 97 em pares) e conquista, com a irmã Matilde, o primeiro título WTA 125 da carreira, tornando-se uma das principais tenistas portuguesas da atualidade.
Jaime Faria vence o Challenger de Oeiras (terra batida) ao bater Elias Ymer na final por 3-6, 7-6(3) e 6-4, o primeiro troféu Challenger da carreira.
Henrique Rocha vence o Challenger de Múrcia (terra batida) ao derrotar Nikoloz Basilashvili na final por 3-6, 7-6(0) e 7-5, o primeiro troféu Challenger da carreira.
Nuno Borges chega à 4ª ronda do Open da Austrália, com vitórias sobre Davidovich Fokina e Grigor Dimitrov, tornando-se o primeiro português a alcançar os oitavos do major australiano.
Nuno Borges e Francisco Cabral conquistam o quadro de pares do Estoril Open, batendo Máximo González e André Göransson por 6-2 e 6-3, o primeiro título ATP de Borges.
João Sousa conquista o Tata Open de Pune, o seu quarto título ATP de singulares (depois de Kuala Lumpur 2013, Valência 2015 e Estoril 2018), o recorde português na Era Open.
Entrado no quadro como lucky loser, Pedro Sousa alcança a primeira final ATP da carreira no Argentina Open, perdendo com Casper Ruud por 6-1 e 6-4. Foi o terceiro português a disputar uma final do circuito em singulares.
João Sousa chega aos oitavos de final do US Open, igualando o seu melhor resultado em Grand Slams, marca que repetiria em Wimbledon no ano seguinte.
João Sousa torna-se o primeiro português a conquistar o Estoril Open, batendo o norte-americano Frances Tiafoe na final disputada no Jamor.
Com João Sousa, Pedro Sousa, Gastão Elias e João Domingues, Portugal recebe a Alemanha no Jamor no play-off de acesso ao Grupo Mundial, perdendo por 2-3.
Gastão Elias atinge o nº 57 do ranking ATP, o melhor da carreira, no mesmo mês em que bate Gaël Monfils (então nº 7 do mundo) no Estocolmo Open, a sua única vitória sobre um top 10.
João Sousa representa Portugal no torneio de singulares dos Jogos Olímpicos do Rio, vencendo na primeira ronda antes de cair frente a Juan Martín del Potro. Voltaria a competir em Tóquio 2020.
Após os quartos de final do Masters 1000 de Madrid, João Sousa sobe ao nº 28 do ranking ATP, a melhor classificação de sempre de um tenista português e a primeira entrada lusa no top 30.
No Malaysian Open, em Kuala Lumpur, João Sousa bate o francês Julien Benneteau por 2-6, 7-5 e 6-4 e torna-se o primeiro tenista português a conquistar um título do circuito ATP.
Vinda da qualificação, Michelle Larcher de Brito elimina a antiga campeã e cabeça de série nº 3 Maria Sharapova na segunda ronda de Wimbledon, por 6-3 e 6-4, num dos maiores resultados do ténis português.
Maria João Koehler alcança o nº 102 do ranking WTA, a segunda melhor classificação de sempre de uma tenista portuguesa, atrás apenas de Michelle Larcher de Brito.
Frederico Gil atinge o seu melhor ranking ATP, nº 62 do mundo, consolidando-se como a referência do ténis masculino português antes da era de João Sousa.
No Estoril Open, Frederico Gil torna-se o primeiro português a alcançar uma final do circuito ATP em singulares, perdendo com o espanhol Albert Montañés depois de desperdiçar uma vantagem no set decisivo.
Michelle Larcher de Brito alcança o nº 76 do ranking WTA, a melhor classificação de sempre de uma tenista portuguesa, feito que ainda hoje detém.
Vinda da qualificação, Michelle Larcher de Brito torna-se a primeira portuguesa a chegar à 3ª ronda de um Grand Slam, em Roland Garros, ao bater Zheng Jie, então nº 15 do mundo, na segunda ronda.
Nuno Marques torna-se o primeiro tenista português a entrar no top 100 do ranking ATP de singulares, abrindo caminho às gerações seguintes.
Depois de bater a Grã-Bretanha no Grupo I da Zona Europa/África, a equipa de João Cunha e Silva, Nuno Marques e Emanuel Couto chega ao play-off do Grupo Mundial, caindo frente à Croácia.
Portugal recebe pela primeira vez um torneio do circuito ATP com a edição inaugural do Estoril Open, no Jamor. O espanhol Emilio Sánchez venceu o primeiro quadro masculino.
Deborah Fiuza torna-se a primeira tenista portuguesa a competir no quadro principal de um Grand Slam, no Open da Austrália de 1975, em singulares e pares.
Portugal participa pela primeira vez na Fed Cup (hoje Billie Jean King Cup), a prova feminina por equipas, dando início à presença lusa na competição internacional.
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